Transformamos humanidade em dados – e dados em humanidade

por | 4 nov, 2019

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Quando pontos de vista constroem a informação. 

“Sem dados, você é apenas mais uma pessoa com uma opinião”

Essa frase é do estatístico, professor e palestrante William Edwards Deming, que ficou amplamente reconhecido pelas melhorias nos processos produtivos dos Estados Unidos. Aperfeiçoar constantemente era um de seus maiores lemas, e ele entendia a importância crucial que a atenção às informações e aos dados tem nesse processo. Esses dados e informações ganham cada vez mais protagonismo na era digital: calcula-se que a cada dois anos o conteúdo digital que produzimos é dobrado. Isso parece assustador, mas pode ser bastante positivo.

Estamos no século XXI e muita gente ainda treme nas bases quando o assunto é tecnologia. Cheia de bônus e ônus, a invasão tecnológica em nossas vidas é uma realidade e o melhor que podemos fazer em relação a ela é aproveitar as vantagens, da melhor maneira possível.

Em muitos casos, a adoção de ferramentas tecnológicas é extremamente positiva e, ao contrário do que muitos pensam, não toma o lugar da humanidade. O lado tecnológico e o lado humano podem trabalhar em harmonia, gerando ainda mais humanidade. Leonardo da Vinci era um artista ou cientista? Naquela época ele não colocava a arte em uma caixa e a tecnologia em outra. Ele alimentava a sua curiosidade diariamente através de suas observações e construía as mais variadas formas de inovações. A história mostra o quanto a sua genialidade floresceu por usar todas as ferramentas disponíveis no seu processo.

Sabe aquele monte de coisa que as pessoas “acham”, mas não conseguem comprovar? Elas podem virar informação concreta através da tecnologia. O VOA é uma plataforma que ajuda a transformar fatos e observações em dados e, com isso, possibilitar uma atenção maior ao que era subjetivo. Sim: transformamos humanidade em dados para poder transformar esses dados em ainda mais humanidade. 

O professor de matemática acha que o Pedro trabalha bem em equipe. A professora de biologia acha que a Laura tem dificuldade em se expressar. Tendo sempre à mão o nosso aplicativo, eles conseguem anotar essas observações com facilidade e deixar os algoritmos trabalharem por eles. O docente é constantemente incentivado a fazer uma leitura da turma, a partir de um dos 20 temas contemplados por nosso método, e anotar suas percepções – em um processo que dura menos de 2 minutos por semana.

Relatório Socioemocional VOA

Uma das grandes inovações do VOA é conseguir reunir essas observações e opiniões de diferentes educadores de maneira estruturada, permitindo uma análise qualitativa sem emissão de nota. Acreditamos que a nota é uma informação muito simplificada para expressar a complexidade das competências socioemocionais. É perigoso dizer que o aluno é 7 em criatividade ou 9,5 em autoconhecimento. Essa abordagem pode levar a algumas distorções e mau uso. Por isso o nosso principal relatório trabalha com textos personalizados sobre cada aluno. Isso traz mais contexto e profundidade para uma análise humana. Quando conversamos com o economista-chefe do Instituto Ayrton Senna, Ricardo Paes de Barros, esse foi um dos pontos mais elogiados da ferramenta. A capacidade de gerar textos qualitativos à partir de milhares de informações inseridas pelos professores.

Flávia e Tiago do VOA com o economista Ricardo Paes de Barros (no centro)

Além dos relatórios, as anotações geram gráficos e alimentam a inteligência do VOA para reforçar os pontos positivos dos alunos e notificar à coordenação possíveis pontos de atenção. Esse mapa vivo  socioemocional de cada aluno faz com que ele seja percebido como um indivíduo integral e, através desses dados, o trabalho com cada aluno pode ser individualizado, potencializado e humanizado.

aluno exibindo Reforço Positivo 

As instituições de ensino já trabalham com dados e tomam decisões baseadas neles há um certo tempo, mas até agora esse trabalho é focado inteiramente na área acadêmica. Chegou a hora de expandir para o socioemocional, que também precisa estar sob os holofotes e não, isso não significa desumanizar o processo ao tentar quantificar a qualidade de relacionamento com os pares de um aluno. É como o Rafael Bronz, diretor do Colégio Liessin, comenta:

“Essa ferramenta é uma Ferrari na mão de uma boa coordenação”.

Damos mais capacidade para que o time pedagógico voe na construção socioemocional de cada aluno. Pensemos pelo seguinte exemplo: a medicina, quando otimiza seus processos cirúrgicos oferecendo operações cada vez mais tecnológicas e menos invasivas está oferecendo ainda mais humanidade ao tratamento, não o contrário. Saber utilizar a tecnologia e os dados de maneira a melhorar a vida das pessoas faz exatamente isso por elas: oferece mais humanidade.

Confie: dados são humanos e a gente pode provar – sem que a sua escola precise se estressar com eles. O trabalho fica por nossa conta.

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